domingo, agosto 29, 2004

-----> Voltei ...mais velho :)



Boas pessoal...VOLTEI, e cheinho de vontade de vos escrever. Por hoje só escrevo estas linhas para vos dizer que já cá estou e que faço hoje aninhos...alias este ano "caso" os Anos.
Amanhã já vos conto tudo... vou apagar as velas :)

segunda-feira, agosto 16, 2004

----> FÉRIAS



Vou de Férias com pena de não poder levar a internet comigo para assim poder falar e escrever com e para quem gosto realmente.
Vou para voltar só dia 01 de Setembro. Por isso meus fieis seguidores... Até à volta.
Se for caso de irem de férias Boas Férias para voçes se nao for esse o caso bom trabalho e deixem que eu dou um mergulhinho por voces. :D

quarta-feira, agosto 11, 2004

Dias de Chuva


Chuva fina
que cai de leve,
brisa fria
que traz saudades
de um amor...
Não há sol para aquecer meu coração,
nem você para esquecer a solidão
que me acompanha
neste caminho, na escuridão...

Nostalgia dolorosa,
recordações de outrora,
tudo tão distante, inatingível...
tão difícil sem você:
sois a luz que procuro
nessa busca insana.
Não há sentido nessa vida
se tudo continuar escuro e frio,
por isso preciso te encontrar,
irás com tua luz pela trilha me guiar
e com teu calor aquecer-me.

E a chuva a cair de leve, incessante,
cada gota, uma lembrança,
uma saudade,
e cresce a angústia...
(Poema de Michele Tiemi)


Estão a chegar as minhas tão merecidas férias e a chuva não larga o vidro do meu quarto, do meu carro... Basta-me olhar para a rua e lá está ela a cair por vezes forte, por vezes mais fraca.
E é assim que penso serem também os nossos sentimentos, mais fortes por alguem, mais fracos mas não menos importantes por outro alguem...
Nestes dias assim pergunto-me tantas coisas, e o mais estranho é que a chuva parece responder às minhas questões. Ela chora quando eu estou mais triste e cai com mais força quando estou mais alegre.
Neste momento só te peço chuva amiga, que não caias quando eu estiver de férias a partir do próximo sábado...pleaseeeee!!!

terça-feira, agosto 03, 2004

Lágrimas


(...) O Olho é um teatro por dentro.
E às vezes, sejam actores, sejam cenas,
e às vezes, sejam imagens, sejam ausências,
formam, no Olho, lágrimas.

(Cecília Meireles; Poetisa)